B3 perde suportes e confirma pressão baixista; mercado físico ainda indica quedas moderadas

O mercado de milho segue sensível a fatores climáticos e cambiais, refletindo oscilações nos preços internos e na B3. Chuvas recentes e o dólar desvalorizado influenciam negociações, enquanto produtores analisam estratégias de venda diante das condições atuais.

Mercado:

O mercado de milho sentiu o impacto de dois fatores relevantes: o dólar futuro abaixo de R$ 5,30 e o avanço das chuvas. No campo climático, as precipitações trouxeram uma tranquilidade momentânea, mas os grandes volumes previstos para a primeira semana de outubro permanecem firmes nas projeções.

Do lado cambial, a desvalorização da moeda americana tira competitividade da exportação brasileira. Esse cenário, somado à CBOT pressionada pelo tamanho da safra americana, reforça um ambiente de queda nos preços internos. Na B3, a perda de suportes importantes confirmou o sentimento baixista no mercado físico.

Apesar disso, as praças de MT, GO e principalmente MG seguem com preços firmes e negociações difíceis, com destaque para o Triângulo Mineiro, onde o milho chega a patamares próximos ao CIF Campinas. Já na região paulista, os preços estão pressionados em direção contrária. O produtor, diante dessa diferença, terá que decidir se acelera as vendas ou se mantém a estratégia de segurar o grão.

A diferença agora é que cresce a chance de o produtor olhar para a bolsa e avaliar travas de preços antes da virada do ano, aproveitando a curva positiva que a B3 apresenta.


Preços:
Campinas (SP) –
Compradores R$ 64,00 e vendas R$ 66, negócios.

Cooperativas –  Interesse do comprador R$57: vendas a R$59.

Milho tributado – R$68/69, e vendedores entre 70/72, mais travado.

Tradings – Indicação compra entrega outubro R$ 66/67.

B3:
CCMX25 – 26/09/2025 Análise de uso interno – não constitui recomendação de investimento.
O contrato CCMX25 está cotado a 66,06 centavos com baixa de 0,38 centavos (-0,57%) no dia, fazendo mínima de 65,81 e máxima de 66,40.


O preço atingiu o alvo técnico de 66,01 e testou a zona de 65,81, confirmando o cenário baixista previsto. O contrato perfurou todos os suportes intermediários e chegou ao nível Fibonacci de 100%. Permanece em território de sobrevenda extrema com RSI em 21,17, indicando possível exaustão vendedora. Volume elevado de 5,91k confirma a participação no movimento descendente. A proximidade com 65,81 coloca o próximo suporte relevante em 65,08.


Suportes: S1: 65,81 | S2: 65,08 | S3: 64,61
Resistências: R1: 66,40 | R2: 66,92 | R3: 67,63
Cenário provável: Alvo de 66,01 atingido com extensão para 65,81. RSI em sobrevenda extrema pode gerar correção técnica iminente. Recuperação precisa superar 66,40 para confirmar alívio. Próximo suporte relevante em 65,08.

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B3 perde suportes e confirma pressão baixista; mercado físico ainda indica quedas moderadas

O mercado de milho segue sensível a fatores climáticos e cambiais, refletindo oscilações nos preços internos e na B3. Chuvas recentes e o dólar desvalorizado influenciam negociações, enquanto produtores analisam estratégias de venda diante das condições atuais.

Mercado:

O mercado de milho sentiu o impacto de dois fatores relevantes: o dólar futuro abaixo de R$ 5,30 e o avanço das chuvas. No campo climático, as precipitações trouxeram uma tranquilidade momentânea, mas os grandes volumes previstos para a primeira semana de outubro permanecem firmes nas projeções.

Do lado cambial, a desvalorização da moeda americana tira competitividade da exportação brasileira. Esse cenário, somado à CBOT pressionada pelo tamanho da safra americana, reforça um ambiente de queda nos preços internos. Na B3, a perda de suportes importantes confirmou o sentimento baixista no mercado físico.

Apesar disso, as praças de MT, GO e principalmente MG seguem com preços firmes e negociações difíceis, com destaque para o Triângulo Mineiro, onde o milho chega a patamares próximos ao CIF Campinas. Já na região paulista, os preços estão pressionados em direção contrária. O produtor, diante dessa diferença, terá que decidir se acelera as vendas ou se mantém a estratégia de segurar o grão.

A diferença agora é que cresce a chance de o produtor olhar para a bolsa e avaliar travas de preços antes da virada do ano, aproveitando a curva positiva que a B3 apresenta.


Preços:
Campinas (SP) –
Compradores R$ 64,00 e vendas R$ 66, negócios.

Cooperativas –  Interesse do comprador R$57: vendas a R$59.

Milho tributado – R$68/69, e vendedores entre 70/72, mais travado.

Tradings – Indicação compra entrega outubro R$ 66/67.

B3:
CCMX25 – 26/09/2025 Análise de uso interno – não constitui recomendação de investimento.
O contrato CCMX25 está cotado a 66,06 centavos com baixa de 0,38 centavos (-0,57%) no dia, fazendo mínima de 65,81 e máxima de 66,40.


O preço atingiu o alvo técnico de 66,01 e testou a zona de 65,81, confirmando o cenário baixista previsto. O contrato perfurou todos os suportes intermediários e chegou ao nível Fibonacci de 100%. Permanece em território de sobrevenda extrema com RSI em 21,17, indicando possível exaustão vendedora. Volume elevado de 5,91k confirma a participação no movimento descendente. A proximidade com 65,81 coloca o próximo suporte relevante em 65,08.


Suportes: S1: 65,81 | S2: 65,08 | S3: 64,61
Resistências: R1: 66,40 | R2: 66,92 | R3: 67,63
Cenário provável: Alvo de 66,01 atingido com extensão para 65,81. RSI em sobrevenda extrema pode gerar correção técnica iminente. Recuperação precisa superar 66,40 para confirmar alívio. Próximo suporte relevante em 65,08.

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