Trading oferta milho no interno e físico segue pressionado

Mercado continua ofertado, com tradings ampliando vendas no mercado interno e produtores liquidando estoques antes da entrada da safrinha. Com exportações lentas e compradores cautelosos, os preços seguem pressionados no curto prazo.

Mercado
O mercado de milho em São Paulo continua com boas ofertas e comprador recuado. Além das ofertas normais, temos algumas tradings colocando milho no mercado interno. Essa prática já vem acontecendo e não é novidade para o mercado.
A exportação, por enquanto, não está andando no ritmo esperado. A competitividade do milho brasileiro ainda fica aquém do necessário. De um lado, temos o ganho com a valorização do dólar; de outro, uma queda mais acentuada na CBOT, pressionada pelas boas condições das lavouras americanas e por um clima favorável ao desenvolvimento da safra. Além disso, os prêmios seguem oscilando, fazendo a contrapartida nessa formação de preço.
Aqui em São Paulo, ainda há bastante produtor com milho de safra antiga estocado. Parte desse milho aparece agora no mercado, antes da entrada de volumes maiores da safrinha, principalmente entre julho e agosto. Com isso, os preços entre o primeiro e o segundo semestre começam a se equalizar.
Mesmo assim, a pressão sobre os preços ainda existe e persiste. O mercado segue ofertado, o comprador continua cauteloso e a demanda não mostra força suficiente para inverter o jogo no curto prazo.

Preços
Mercado em queda de R$ 0,50 na ponta vendedora.
Campinas (SP): comprador R$ 63,00 | vendedor R$ 65,50 (queda de R$ 0,50)
Cooperativas: comprador R$ 58,50 | vendedor R$ 61,00 (queda de R$ 0,50)
Milho tributado: comprador R$ 68,00 | vendedor R$ 69,50 (queda de R$ 0,50)
Tradings (safrinha): R$ 63,50 (queda de R$ 0,50)

Gráfico
📉 CCMN26 – O milho jul/26 (CCMN26) está em 65,02, recuando 0,58%, e segue com leitura técnica fraca. O contrato tentou repicar nos últimos dias, mas não conseguiu sustentar a reação e voltou a trabalhar pressionado abaixo das médias curtas. A região de 65,22/64,92 continua sendo o ponto imediato de atenção; abaixo dela, o mercado volta a mirar suportes mais baixos.


Suportes: S1 65,02/64,92 – S2 64,62 – S3 63,65
Resistências: R1 65,30/65,58 – R2 65,83/66,19 – R3 66,61/67,37


Cenário provável: o contrato ainda está defensivo. Para aliviar, precisa recuperar primeiro 65,30/65,58 e depois 65,83/66,19. Enquanto isso não acontece, o risco segue para novo teste de 64,92/64,62.


📉 CCMU26 – O milho set/26 (CCMU26) está em 67,24, recuando 0,31%, e também mantém pressão no curto prazo. O contrato trabalha próximo da base recente, abaixo das médias principais, e segue tentando defender a região de 67,24/67,02. O IFR está em 35,58, fora da sobrevenda extrema, mas ainda em nível fraco, sem força suficiente para indicar reversão.


Suportes: S1 67,24/67,02 – S2 66,34 – S3 66,21/65,79
Resistências: R1 67,79/68,18 – R2 68,46/69,14 – R3 69,58/69,86

Cenário provável: o setembro segue pressionado, mas ainda tenta segurar a base curta. Para aliviar, precisa recuperar 67,79/68,18. Se perder 67,02, aumenta o risco de buscar 66,34.

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Trading oferta milho no interno e físico segue pressionado

Mercado continua ofertado, com tradings ampliando vendas no mercado interno e produtores liquidando estoques antes da entrada da safrinha. Com exportações lentas e compradores cautelosos, os preços seguem pressionados no curto prazo.

Mercado
O mercado de milho em São Paulo continua com boas ofertas e comprador recuado. Além das ofertas normais, temos algumas tradings colocando milho no mercado interno. Essa prática já vem acontecendo e não é novidade para o mercado.
A exportação, por enquanto, não está andando no ritmo esperado. A competitividade do milho brasileiro ainda fica aquém do necessário. De um lado, temos o ganho com a valorização do dólar; de outro, uma queda mais acentuada na CBOT, pressionada pelas boas condições das lavouras americanas e por um clima favorável ao desenvolvimento da safra. Além disso, os prêmios seguem oscilando, fazendo a contrapartida nessa formação de preço.
Aqui em São Paulo, ainda há bastante produtor com milho de safra antiga estocado. Parte desse milho aparece agora no mercado, antes da entrada de volumes maiores da safrinha, principalmente entre julho e agosto. Com isso, os preços entre o primeiro e o segundo semestre começam a se equalizar.
Mesmo assim, a pressão sobre os preços ainda existe e persiste. O mercado segue ofertado, o comprador continua cauteloso e a demanda não mostra força suficiente para inverter o jogo no curto prazo.

Preços
Mercado em queda de R$ 0,50 na ponta vendedora.
Campinas (SP): comprador R$ 63,00 | vendedor R$ 65,50 (queda de R$ 0,50)
Cooperativas: comprador R$ 58,50 | vendedor R$ 61,00 (queda de R$ 0,50)
Milho tributado: comprador R$ 68,00 | vendedor R$ 69,50 (queda de R$ 0,50)
Tradings (safrinha): R$ 63,50 (queda de R$ 0,50)

Gráfico
📉 CCMN26 – O milho jul/26 (CCMN26) está em 65,02, recuando 0,58%, e segue com leitura técnica fraca. O contrato tentou repicar nos últimos dias, mas não conseguiu sustentar a reação e voltou a trabalhar pressionado abaixo das médias curtas. A região de 65,22/64,92 continua sendo o ponto imediato de atenção; abaixo dela, o mercado volta a mirar suportes mais baixos.


Suportes: S1 65,02/64,92 – S2 64,62 – S3 63,65
Resistências: R1 65,30/65,58 – R2 65,83/66,19 – R3 66,61/67,37


Cenário provável: o contrato ainda está defensivo. Para aliviar, precisa recuperar primeiro 65,30/65,58 e depois 65,83/66,19. Enquanto isso não acontece, o risco segue para novo teste de 64,92/64,62.


📉 CCMU26 – O milho set/26 (CCMU26) está em 67,24, recuando 0,31%, e também mantém pressão no curto prazo. O contrato trabalha próximo da base recente, abaixo das médias principais, e segue tentando defender a região de 67,24/67,02. O IFR está em 35,58, fora da sobrevenda extrema, mas ainda em nível fraco, sem força suficiente para indicar reversão.


Suportes: S1 67,24/67,02 – S2 66,34 – S3 66,21/65,79
Resistências: R1 67,79/68,18 – R2 68,46/69,14 – R3 69,58/69,86

Cenário provável: o setembro segue pressionado, mas ainda tenta segurar a base curta. Para aliviar, precisa recuperar 67,79/68,18. Se perder 67,02, aumenta o risco de buscar 66,34.

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