O mercado estava literalmente dividido quanto à magnitude do aumento da taxa Selic (0,75 p.p. ou 1,00 p.p.). Além disso, havia preocupações sobre o quanto o Banco Central manteria sua autonomia com a saída de Campos Neto e a entrada de Galipolo.
Nosso ponto de vista foi positivo: Galipolo demonstrou firmeza na condução da política monetária de forma técnica e não política. Ele elevou os juros de forma mais agressiva e forneceu um forward guidance indicando mais duas altas de mesma magnitude nas próximas reuniões de 2025, o que o mercado não esperava. A taxa pode alcançar 14,25%.