Tradings e cooperativas reforçam pressão no físico

Com tradings ofertando milho no mercado interno e cooperativas reduzindo preços para dar vazão ao produto, o mercado físico segue pressionado. Compradores permanecem confortáveis e abastecidos, enquanto a entrada gradual da safrinha mantém o viés de baixa no curto prazo.

Mercado
Dois pontos continuam chamando atenção no mercado físico de milho em São Paulo. O primeiro, já comentado ontem, é a presença de algumas tradings colocando milho no mercado interno, movimento que reforça a percepção de oferta disponível. O segundo é a postura das cooperativas, que baixaram os preços em R$ 1,00, refletindo maior fixação por parte dos produtores e necessidade de dar vazão ao produto.
Nesse ambiente, o comprador continua em uma posição confortável. A regra, neste momento, é consumir o estoque mais caro já comprado e fazer a reposição de forma gradual, em novos patamares de preço, sem pressa e com maior poder de barganha.
O milho paulista atravessa um momento de equilíbrio , ainda com viés de baixa no curto prazo, estamos com uma safrinha ainda sendo colhida em sua fase inicial e isso mantém os consumidores mais tranquilos e qualquer necessidade de compra é bem estudada.

Preços
A queda continua, principalmente na ponta vendedora. Campinas recua mais R$ 0,50, enquanto as cooperativas baixam R$ 1,00, reforçando a pressão no físico.
Campinas (SP): comprador R$ 63,00 | vendedor R$ 65,00 — queda de R$ 0,50
Cooperativas: comprador R$ 58,50 | vendedor R$ 60,00 — queda de R$ 1,00
Milho tributado: comprador R$ 68,00 | vendedor R$ 69,50
Tradings (safrinha): R$ 63,50

Gráfico
📉 CCMN26 – O milho jul/26 (CCMN26) está em 65,05, recuando 0,38%. O contrato segue pressionado e devolveu parte do repique recente, trabalhando abaixo das principais médias curtas. O IFR está em 36,83, fora da sobrevenda extrema, mas ainda em região fraca. O ADX em 37,20 mostra que a tendência de baixa ainda tem força.


Suportes: S1 65,05/64,92 – S2 64,62 – S3 63,65
Resistências: R1 65,24/65,42 – R2 65,65/66,19 – R3 66,44/67,27


Cenário provável: o contrato segue defensivo. Para aliviar, precisa recuperar primeiro 65,24/65,42 e depois 65,65. Enquanto isso não acontece, o risco segue concentrado em novo teste de 64,92/64,62.


📉 CCMU26 – O milho set/26 (CCMU26) está em 67,44, recuando 0,15%. O contrato também perde força depois da tentativa de repique e segue próximo da base recente. O IFR está em 38,39, ainda fraco, e o ADX em 43,13 confirma uma tendência de baixa bem marcada.


Suportes: S1 67,44/67,02 – S2 66,34 – S3 66,21/65,79
Resistências: R1 67,65/67,97 – R2 68,23/68,38 – R3 69,01/69,52

Cenário provável: o setembro segue pressionado, mas tenta defender a região de 67,44/67,02. Se perder essa faixa, pode buscar 66,34. Para melhorar a leitura de curto prazo, precisa recuperar 67,65/67,97 e voltar a trabalhar acima das médias curtas.a aliviar, precisa recuperar 67,79/68,18. Se perder 67,02, aumenta o risco de buscar 66,34.

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Tradings e cooperativas reforçam pressão no físico

Com tradings ofertando milho no mercado interno e cooperativas reduzindo preços para dar vazão ao produto, o mercado físico segue pressionado. Compradores permanecem confortáveis e abastecidos, enquanto a entrada gradual da safrinha mantém o viés de baixa no curto prazo.

Mercado
Dois pontos continuam chamando atenção no mercado físico de milho em São Paulo. O primeiro, já comentado ontem, é a presença de algumas tradings colocando milho no mercado interno, movimento que reforça a percepção de oferta disponível. O segundo é a postura das cooperativas, que baixaram os preços em R$ 1,00, refletindo maior fixação por parte dos produtores e necessidade de dar vazão ao produto.
Nesse ambiente, o comprador continua em uma posição confortável. A regra, neste momento, é consumir o estoque mais caro já comprado e fazer a reposição de forma gradual, em novos patamares de preço, sem pressa e com maior poder de barganha.
O milho paulista atravessa um momento de equilíbrio , ainda com viés de baixa no curto prazo, estamos com uma safrinha ainda sendo colhida em sua fase inicial e isso mantém os consumidores mais tranquilos e qualquer necessidade de compra é bem estudada.

Preços
A queda continua, principalmente na ponta vendedora. Campinas recua mais R$ 0,50, enquanto as cooperativas baixam R$ 1,00, reforçando a pressão no físico.
Campinas (SP): comprador R$ 63,00 | vendedor R$ 65,00 — queda de R$ 0,50
Cooperativas: comprador R$ 58,50 | vendedor R$ 60,00 — queda de R$ 1,00
Milho tributado: comprador R$ 68,00 | vendedor R$ 69,50
Tradings (safrinha): R$ 63,50

Gráfico
📉 CCMN26 – O milho jul/26 (CCMN26) está em 65,05, recuando 0,38%. O contrato segue pressionado e devolveu parte do repique recente, trabalhando abaixo das principais médias curtas. O IFR está em 36,83, fora da sobrevenda extrema, mas ainda em região fraca. O ADX em 37,20 mostra que a tendência de baixa ainda tem força.


Suportes: S1 65,05/64,92 – S2 64,62 – S3 63,65
Resistências: R1 65,24/65,42 – R2 65,65/66,19 – R3 66,44/67,27


Cenário provável: o contrato segue defensivo. Para aliviar, precisa recuperar primeiro 65,24/65,42 e depois 65,65. Enquanto isso não acontece, o risco segue concentrado em novo teste de 64,92/64,62.


📉 CCMU26 – O milho set/26 (CCMU26) está em 67,44, recuando 0,15%. O contrato também perde força depois da tentativa de repique e segue próximo da base recente. O IFR está em 38,39, ainda fraco, e o ADX em 43,13 confirma uma tendência de baixa bem marcada.


Suportes: S1 67,44/67,02 – S2 66,34 – S3 66,21/65,79
Resistências: R1 67,65/67,97 – R2 68,23/68,38 – R3 69,01/69,52

Cenário provável: o setembro segue pressionado, mas tenta defender a região de 67,44/67,02. Se perder essa faixa, pode buscar 66,34. Para melhorar a leitura de curto prazo, precisa recuperar 67,65/67,97 e voltar a trabalhar acima das médias curtas.a aliviar, precisa recuperar 67,79/68,18. Se perder 67,02, aumenta o risco de buscar 66,34.

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