Boi Gordo

Boi gordo em queda: antecipação de entregas por pecuaristas e escalas confortáveis derrubam cotações. Incertezas sobre a demanda chinesa e alertas de aftosa na Rússia mantêm o viés negativo no mercado.


Mercado físico do boi gordo apresenta queda de suas cotações no decorrer da sexta-feira, com os frigoríficos começando a sinalizar para avanços em suas escalas de abate, com a expectativa de perda de qualidade do pasto muitos pecuaristas antecipam a entrega de animais na segunda quinzena de abril, ainda aproveitando preços que são interessantes. Vale destacar que o mercado segue temeroso em relação a progressão da cota chinesa, com expectativa de encerramento em meados de junho, o que tem aumentado a pressão baixista no mercado futuro. Por fim, é válido mencionar que a questão sanitária ainda tem grande peso sobre a composição de mercado, considerando os indícios de novos focos de aftosa na Rússia, próximos a fronteira com a China, colocando o terceiro maior produtor global de carne bovina em alerta.

Em São Paulo mais um dia de manutenção dos preços, ainda com sinalização de avanço das escalas no estado. As negociações no estado se concentram entre R$ 360/375.

Em Minas Gerais preços em predominante acomodação durante a sexta-feira. No triângulo mineiro indicação de negócios entre R$350/360/@ a prazo.

No Espírito Santo, preços firmes no decorrer da sexta-feira. Na região de Colatina, indicação de negócios entre R$ 325/330/@ a prazo.

No Paraná, preços firmes durante a sexta-feira. Na região de Cruzeiro d’Oeste, indicação de negócios em até R$ 355/360/@ a prazo.

Em Santa Catarina, preços acomodados ao longo da sexta-feira. No interior catarinense, indicação de negócios a R$ 355/360/@ a prazo.

No Rio Grande do Sul, preços firmes ao longo da sexta-feira. No interior gaúcho, indicação de negócios entre R$ 11,80/11,90. Na região de Passo Fundo, indicação de negócios entre R$ 12,80/12,90, por quilo.

Em Goiás novamente foram evidenciadas algumas tentativas de compra abaixo da referência média. Na região de Mineiros indicação de negócios em até R$ 355/360/@ a prazo. Em Palmeiras de Goiás também foram relatadas negociações ao nível de R$ 355/360/@ a prazo.

No Mato Grosso do Sul, foram relatadas negociações abaixo da referência média durante a sexta-feira. Na região de Campo Grande, indicação de negócios ao nível de R$ 360/@ a prazo. Em Naviraí, também foram relatadas negociações ao nível de R$ 360/@ a prazo.

No Mato Grosso o padrão dos negócios se repetiu durante a sexta-feira, com alguns frigoríficos ausentes da compra de gado. Em Paranatinga, indicação de negócios a R$ 360/365/@ a prazo. Por sua vez, em Mirassol d’ Oeste também foram reportados ao nível de R$360/365/@ a prazo.

No Tocantins, novamente foram relatadas negociações em patamares mais baixos. Em Araguaína indicação de negócios a R$ 350/355/@ a prazo. Em Nova Olinda indicação de negócios a R$ 350/355/@ a prazo.

No Pará, foram relatadas tentativas de compra em patamares mais baixos ao longo da sexta-feira. Em Paragominas indicação de negócios a R$ 355/360/@ a prazo. Em Marabá foram relatados negócios a R$ 355/360/@ a prazo.

Em Rondônia, já são evidenciadas algumas tentativas de compra em níveis mais baixos. Em Rolim de Moura, indicação de negócios ao nível de R$ 330/335/@ a prazo.

No Acre, preços acomodados durante a sexta-feira. Na região de Rio Branco, indicação de negócios a R$ 310/@ a prazo.

No Nordeste, preços acomodados no decorrer da sexta-feira.

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20 de abril, 2026/

Boi gordo em queda: antecipação de entregas por pecuaristas e escalas confortáveis derrubam cotações. Incertezas sobre a demanda chinesa e...

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Boi gordo em queda: antecipação de entregas por pecuaristas e escalas confortáveis derrubam cotações. Incertezas sobre a demanda chinesa e alertas de aftosa na Rússia mantêm o viés negativo no mercado.


Mercado físico do boi gordo apresenta queda de suas cotações no decorrer da sexta-feira, com os frigoríficos começando a sinalizar para avanços em suas escalas de abate, com a expectativa de perda de qualidade do pasto muitos pecuaristas antecipam a entrega de animais na segunda quinzena de abril, ainda aproveitando preços que são interessantes. Vale destacar que o mercado segue temeroso em relação a progressão da cota chinesa, com expectativa de encerramento em meados de junho, o que tem aumentado a pressão baixista no mercado futuro. Por fim, é válido mencionar que a questão sanitária ainda tem grande peso sobre a composição de mercado, considerando os indícios de novos focos de aftosa na Rússia, próximos a fronteira com a China, colocando o terceiro maior produtor global de carne bovina em alerta.

Em São Paulo mais um dia de manutenção dos preços, ainda com sinalização de avanço das escalas no estado. As negociações no estado se concentram entre R$ 360/375.

Em Minas Gerais preços em predominante acomodação durante a sexta-feira. No triângulo mineiro indicação de negócios entre R$350/360/@ a prazo.

No Espírito Santo, preços firmes no decorrer da sexta-feira. Na região de Colatina, indicação de negócios entre R$ 325/330/@ a prazo.

No Paraná, preços firmes durante a sexta-feira. Na região de Cruzeiro d’Oeste, indicação de negócios em até R$ 355/360/@ a prazo.

Em Santa Catarina, preços acomodados ao longo da sexta-feira. No interior catarinense, indicação de negócios a R$ 355/360/@ a prazo.

No Rio Grande do Sul, preços firmes ao longo da sexta-feira. No interior gaúcho, indicação de negócios entre R$ 11,80/11,90. Na região de Passo Fundo, indicação de negócios entre R$ 12,80/12,90, por quilo.

Em Goiás novamente foram evidenciadas algumas tentativas de compra abaixo da referência média. Na região de Mineiros indicação de negócios em até R$ 355/360/@ a prazo. Em Palmeiras de Goiás também foram relatadas negociações ao nível de R$ 355/360/@ a prazo.

No Mato Grosso do Sul, foram relatadas negociações abaixo da referência média durante a sexta-feira. Na região de Campo Grande, indicação de negócios ao nível de R$ 360/@ a prazo. Em Naviraí, também foram relatadas negociações ao nível de R$ 360/@ a prazo.

No Mato Grosso o padrão dos negócios se repetiu durante a sexta-feira, com alguns frigoríficos ausentes da compra de gado. Em Paranatinga, indicação de negócios a R$ 360/365/@ a prazo. Por sua vez, em Mirassol d’ Oeste também foram reportados ao nível de R$360/365/@ a prazo.

No Tocantins, novamente foram relatadas negociações em patamares mais baixos. Em Araguaína indicação de negócios a R$ 350/355/@ a prazo. Em Nova Olinda indicação de negócios a R$ 350/355/@ a prazo.

No Pará, foram relatadas tentativas de compra em patamares mais baixos ao longo da sexta-feira. Em Paragominas indicação de negócios a R$ 355/360/@ a prazo. Em Marabá foram relatados negócios a R$ 355/360/@ a prazo.

Em Rondônia, já são evidenciadas algumas tentativas de compra em níveis mais baixos. Em Rolim de Moura, indicação de negócios ao nível de R$ 330/335/@ a prazo.

No Acre, preços acomodados durante a sexta-feira. Na região de Rio Branco, indicação de negócios a R$ 310/@ a prazo.

No Nordeste, preços acomodados no decorrer da sexta-feira.

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