Produtor retém, comprador aperta e o dólar vira o jogo

O mercado físico de milho em São Paulo segue com poucas ofertas e produtores retraídos, enquanto a indústria compra com urgência e margens curtas. A queda do dólar pressiona os preços, mas o ajuste no físico é lento. Na B3, o impacto cambial foi mais imediato, revertendo a alta inicial e reforçando o cenário de cautela e liquidez reduzida.

Mercado:

O mercado físico de milho em São Paulo segue enxuto em ofertas. O produtor, sem pressa para vender, impõe ritmo ao comprador, que opera com margem curta e pouco tempo para negociar — a indústria precisa do milho. O fator novo é o dólar, que vem em queda e naturalmente pressiona preços, mas o ajuste no físico ocorre com mais inércia. Na B3, o diagnóstico apareceu mais rápido: ontem o mercado futuro chegou a acompanhar a alta do físico, porém houve inversão no meio do pregão, movimento bem explicado pelo mergulho da moeda americana.

Preços:

•⁠ ⁠Campinas (SP) – Comprador 68 e vendedor 69/70

•⁠ Cooperativas – Comprador R$ 63; vendas R$ 64/65

•⁠ Milho tributado – Comprador 71, vendedores 73/74

•⁠ ⁠Tradings – Indicação de compra 68,00

B3:

CCMX25 – Análise de uso interno – não constitui recomendação de investimento. O contrato CCMX25 está cotado a 67,90 centavos com alta de 0,14 centavos (+0,21%) no dia, fazendo mínima de 67,70 e máxima de 67,96.

O preço mantém lateralização estreita entre 67,70-67,96, operando sem direção definida em range comprimido de apenas 26 pontos. Volume extremamente reduzido de 760 contratos confirma abandono quase total do vencimento. Padrão gráfico mostra compressão máxima – mercado aguardando liquidação.

ATENÇÃO VENCIMENTO CRÍTICO: Contrato entra em liquidação no dia 17/11/2025, com cálculo das médias nos dias 13, 14 e 17 de novembro.

CCMF26 – Análise de uso interno – não constitui recomendação de investimento. O contrato CCMF26 está cotado a 70,54 centavos com baixa de 0,18 centavos (-0,25%) no dia, fazendo mínima de 70,46 e máxima de 70,97.

O preço rompe o suporte crítico de 70,70 e acelera queda, testando a região de 70,46. O contrato perde mais um nível técnico importante e opera consistentemente abaixo das médias móveis. Sequência de rompimentos baixistas (72,00 → 71,00 → 70,70) confirma tendência descendente estabelecida.

Suportes: S1: 70,46 | S2: 70,27 | S3: 69,78

Resistências: R1: 70,86 | R2: 71,13 | R3: 71,52

Cenário provável: Rompimento baixista de 70,70 confirmado. Pressão em direção a 70,27 e possível extensão para 69,78. Recuperação só se confirma com retomada consistente de 70,86 seguida de 71,13. Movimento baixista acelerando – ausência de compradores nas faixas superiores. Contrato principal pós-rolagem consolidando tendência de baixa.

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Produtor retém, comprador aperta e o dólar vira o jogo

O mercado físico de milho em São Paulo segue com poucas ofertas e produtores retraídos, enquanto a indústria compra com urgência e margens curtas. A queda do dólar pressiona os preços, mas o ajuste no físico é lento. Na B3, o impacto cambial foi mais imediato, revertendo a alta inicial e reforçando o cenário de cautela e liquidez reduzida.

Mercado:

O mercado físico de milho em São Paulo segue enxuto em ofertas. O produtor, sem pressa para vender, impõe ritmo ao comprador, que opera com margem curta e pouco tempo para negociar — a indústria precisa do milho. O fator novo é o dólar, que vem em queda e naturalmente pressiona preços, mas o ajuste no físico ocorre com mais inércia. Na B3, o diagnóstico apareceu mais rápido: ontem o mercado futuro chegou a acompanhar a alta do físico, porém houve inversão no meio do pregão, movimento bem explicado pelo mergulho da moeda americana.

Preços:

•⁠ ⁠Campinas (SP) – Comprador 68 e vendedor 69/70

•⁠ Cooperativas – Comprador R$ 63; vendas R$ 64/65

•⁠ Milho tributado – Comprador 71, vendedores 73/74

•⁠ ⁠Tradings – Indicação de compra 68,00

B3:

CCMX25 – Análise de uso interno – não constitui recomendação de investimento. O contrato CCMX25 está cotado a 67,90 centavos com alta de 0,14 centavos (+0,21%) no dia, fazendo mínima de 67,70 e máxima de 67,96.

O preço mantém lateralização estreita entre 67,70-67,96, operando sem direção definida em range comprimido de apenas 26 pontos. Volume extremamente reduzido de 760 contratos confirma abandono quase total do vencimento. Padrão gráfico mostra compressão máxima – mercado aguardando liquidação.

ATENÇÃO VENCIMENTO CRÍTICO: Contrato entra em liquidação no dia 17/11/2025, com cálculo das médias nos dias 13, 14 e 17 de novembro.

CCMF26 – Análise de uso interno – não constitui recomendação de investimento. O contrato CCMF26 está cotado a 70,54 centavos com baixa de 0,18 centavos (-0,25%) no dia, fazendo mínima de 70,46 e máxima de 70,97.

O preço rompe o suporte crítico de 70,70 e acelera queda, testando a região de 70,46. O contrato perde mais um nível técnico importante e opera consistentemente abaixo das médias móveis. Sequência de rompimentos baixistas (72,00 → 71,00 → 70,70) confirma tendência descendente estabelecida.

Suportes: S1: 70,46 | S2: 70,27 | S3: 69,78

Resistências: R1: 70,86 | R2: 71,13 | R3: 71,52

Cenário provável: Rompimento baixista de 70,70 confirmado. Pressão em direção a 70,27 e possível extensão para 69,78. Recuperação só se confirma com retomada consistente de 70,86 seguida de 71,13. Movimento baixista acelerando – ausência de compradores nas faixas superiores. Contrato principal pós-rolagem consolidando tendência de baixa.

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